Instituições do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN)

Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC/ESAC)

Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa (ESB/UCP)

Unidade de Investigação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (UICTA/INIAV)

Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Beja (IPB/ESAB)

Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-alimentar do Alentejo (CEBAL)

Unidade de Investigação “Landscape, Environment, Agriculture and Food” do Instituto Superior de Agronomia (LEAF/ISA)

Empresas do setor dos lacticínios

TéTé-Produtos Lácteos

Lourofood

Sabores e Ambiente Serra da Estrela

Queijaria Guilherme

Associações setoriais

Associação Nacional de Criadores de Ovinos Serra da Estrela (ANCOSE);

Associação de Agricultores do Sul (ACOS).

Instituições cooperantes

Será também convidada a participar nas tarefas de disseminação dos resultados a ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Laticínios, o que permitirá alargar a promoção dos resultados a PME’s de maior dimensão.

O GO contará ainda com a cooperação de dois parceiros internacionais que demonstraram interesse nas atividades/resultados do projeto: a empresa Espanhola INNOLACT S.L. caracterizada por ter elevados níveis de incorporação de tecnologias inovadoras; o Centro de Investigación y Desarrollo en Criotecnología de Alimentos (CIDCA), unidade executora do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (CONICET) da Argentina que, desde há alguns anos, colabora com o IPC/ESAC em atividades de I&D relacionadas com a valorização do soro de queijaria.

Estratégia de trabalho

Os seis parceiros do SCTN atuarão ao nível do desenvolvimento experimental e no apoio à aplicação dos resultados de ID&T pelas empresas do consórcio. Numa primeira aproximação, espera-se que as quatro empresas do sector dos laticínios desenvolvam as suas atividades em todas as vertentes. Não obstante, será de esperar que, face às suas necessidades específicas possam desempenhar maior esforço naquelas que são consideradas críticas.

As associações setoriais apoiarão o GO, quer na dinamização da integração dos seus associados nas ações a desenvolver, reforçando assim o número de potenciais beneficiários do projeto, quer na perspetiva do acompanhamento das atividades de implementação do plano de ação e na divulgação dos resultados alcançados.